Aproximam-se as férias. Para muitos professores, não será fácil pensá-las confiantemente como tempo de levantar o ânimo, tempo de recuperar a confiança, tempo de recriar a esperança. O prazer de educar e ensinar e a crença na luta por uma escola pública de qualidade foram demasiado abalados. Mas os tempos estão em constante mudança, é preciso que as vontades não aceitem desistência.
Aqui fica uma sugestão: Que cada confrade (e outros) deixe, neste espaço de aragem leve e fresca, o seu grãozinho de esperança, com sabor a férias, mas também com cheirinho a reconstrução da colaboração e da resistência que muita força podem ter se os professores quiserem.

