sexta-feira, novembro 17

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QUADRAS DE ESCÁRNIO E MALDIZER...
Professora de Português que quer manter o anonimato (dizia o email):

Baixa, de olhos ruins,
amarelenta,
Usando só de raiva
e de impostura,

Triste de facha,
o mesmo de figura,
Um mar de fel,
malvada e
quezilenta;

Arzinho confrangido
que atormenta,
Sempre infeliz e d
e má catadura,

Mui perto de
perder a compostura,
É cruel, mentirosa
e rabugenta.

Rosto fechado,
o gesto de fuinha,
Voz de lamento
e ar de coitadinha,

Com pinta de
raposa assustadinha,
É só veneno,
a ditadorazinha.

Se não sabes quem é,
dou-te uma pista:
Prepotente, mui gélida e sinistra,
Amarga, matreira e intriguista,
Abusa do poder... e é ministra.

4 comentários:

IC disse...

Parece que a dita perdeu um milímetro de crueldade (no metro e meio que pelo menos tem - não sei quanto mede a senhora): Já deram conta de que já podem edoecer?
(Na nova proposta entregue aos sindicatos creio que há dois dias lá foi acrescentada "doença" aos motivos para faltas justificadas equiparadas a serviço efectivamente prestado)

Assim, nem tudo é mau, já podem adoecer vitimados pelos maus tratos da dita senhora e ficar uns dias em casa a retemperar forças para lhe fazer frente...
(Não estou tão irónica quanto possa parecer)

tsiwari disse...

Oh Miguel... não nos repetimos?

http://outroarcanjo.blogspot.com/2006/11/li-isto-algures.html

IC disse...

Ei! Miguel! (Sousa) O teu Intermitências está "not found"!
Não me assustes... espero que seja problema temporário do blogger e não o que pensei!

Miguel Sousa disse...

Querida Isabel, és eleita a simpatica da Confraria (sem menosprezo pelas outras fantáticas confrades)...sim foi-se, recuso-me a deixar reduzir a educação a um confronto quase que político e é isso que sinto acontecer na maioria dos blogues deste tema com a chegada ao trono da Imperatriz da instrução. Ai que saudades de discutir a educação com um aluno no centro...agora discute-se a educação com a víbra no meio, não estou para isso. Mas reconheço a importância dos que têm estofo para essa discussão e faço-vos uma vénia