domingo, abril 30

:(

Faltavam apenas 5 km de caminho para chegar à escola. Seria um dia como tantos outros.... mas não foi. Um acidente de viação vitimou a Ana Salazar.
Com explicar a merda do destino àquela criança que deixou de ter o aconchego da mãe?

Adenda: A Ana Salazar era uma colega de Matemática, vivia em Guimarães e era natural de Santa Maria de Airão.

Desculpa Miguel

“I suggest that we need to begin with in the innate resilience of every human being and with the metaphor that all of us who work with youth are gardeners, whose young people are flowers in our care. Such gardeners understand that, like seeds, children have within them everything they need to be healthy and successful. In our roles as gardeners, we do not need to tamper with the seed – the flower is in there. But we must understand the importance of providing a nurturing environment, one that responds to each individual (…)”
Aconselho vivamente a leitura de Bonnie Benard, uma autora brilhante na área da resiliência

sábado, abril 29

“Saber perdoar”

Ao aproximar-se do balcão da recepção de um hotel, um homem, ao virar-se, esbarra o cotovelo no seio de uma linda mulher.
Meio sem graça, meio envergonhado, ele diz:"Mil desculpas. Se o seu coração for tão macio como o seu seio é,tenho a certeza de que me perdoará."
Responde a mulher:"E se o seu pénis for tão duro como o seu cotovelo, o meu quarto é o1221.!
Isto sim, é saber perdoar!

Estas rosas que vos dou...

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Estas rosas que colhi
(nem uma nem duas nem três)
pela minha própria mão
(todas para vocês)
"destinem-se" a alegrar
colorir sem esborratar
algum cinzentito que more
no vosso gentil coração...
Que o fim de semana que vem
é longo qual esparguete
e requer muita alegria
hora a hora, dia a dia,
p'ra ser vencido sem frete.

(E roam-se de inveja
que o meu inda é mais comprido...
Terça-feira é sempre assim
um dia só para mim
a fingir que não há escola
mas sempre de escola "enchido"...)

Bom fim-de-semana!


Uma Aragem de... Tristeza!


Na quarta-feira, nas Actividades dos Dias da Ciência, fomos visitados por algumas turmas do 1ºCiclo do Ensino Básico.

Fiquei super-desiludida! O que esperava ser uma Aragem de vontade de saber transformou-se numa raiva brutal... Odiei aquela professora!

Claro que os meninos têm dificuldades e são mais ou menos inteligentes mas "desvia-te pra lá que tu és parvo e ele não" não me soou de forma agradável...

sexta-feira, abril 28

Bom fim-de-semana...

... com uma boa companhia.

quinta-feira, abril 27

Uma Aragem de... Amor!

QUANDO EU NASCI

Quando eu nasci,
Ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
Nem o Sol escureceu,
Nem houve Estrelas a mais...
Somente,
Esquecida das dores,
A minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
Não houve nada de novo
Senão eu.
As nuvens não se espantaram,
Não enlouqueceu ninguém...

P'ra que o dia fosse enorme,
Bastava
Toda a ternura que olhava
Nos olhos de minha Mãe...

Sebastião da Gama

O Nosso Portugal (III)

[Publicidade gratuita]...;)

quarta-feira, abril 26

O Nosso Portugal (II)

Só pode ser mentira... [recebida por mail... também gostava de conhecer a fonte]

O Nosso Portugal



[Foto de... não faço ideia! (recebida por e-mail)]

E viva a criatividade e o sentido de humor :)

domingo, abril 23

Blogues de professores

A propósito da entrada anterior da TLopes, acrescento esta brilhante reflexão da Adriane.

Professores em blogs: identidades em fluxo
O corpo de alguns docentes, escamoteado, esquecido por muito tempo pelas teorias educacionais, encontra, nos blogs, espaços e formas de expressão, onde pode construir uma outra forma de identidade.Mas será que este corpo permanece fechado em um aparato técnico?Como a blogosfera é uma esfera que se relacionam com tantas outras (no ciberespaço e fora dele) em forma de rede, retro-alimenta uma identidade mutante.Mas será que essa identidade é a mesma que se mantém no contexto educativo do professor? Será que o contexto educativo também é mutante? Será que a escola vê o blog como um espaço educativo?A identidade do sujeito é intimamente relacionada à reflexão desenvolvida por este sujeito em seu blog. Ali, junto de suas reflexões, vai se dizendo, se mostrando, de acordo com um quadro de valores que, através do movimento da escrita, (re)pensa sobre seu lugar social, sobre quem é e o que faz, os lugares que transita.Porém o ‘corpo’ ali apresentado aparece sob a descrição que o sujeito quer dar a si (em um movimento intencional ou não), como uma espécie de performatização.Esta identidade também é mutante, a medida que se refaz nas interações com outros sujeitos e realidades possibilitadas pela realidade digital da blogosfera. Ao mesmo tempo em que é uma potencialização do corpo é uma desnaturalização, é o sujeito fora de seu corpo, apresentando-se com a roupagem de suas palavras em uma interface gráfica digital. Estigmas e marcas do corpo deste sujeito (corpo que aprende com o sujeito e se forma junto dele) podem ser apagadas a medida em que não se fala delas. Pode-se dar mais valor a certas características (corpóreas, intelectuais...) que um olhar rápido ao sujeito não veria.É com essa imagem construída que o sujeito se relaciona.O blog também é um objeto de memória, o que propicia que a imagem do sujeito possa ser revisitada pelo olhar do outro que não fez parte da história desta construção.Porém, essa construção não é totalmente intencional: ela muitas vezes foge ao controle do sujeito que se constrói. Isso por que o sujeito não se constrói sozinho, e sim na/da relação com os outros, com os espaços, com os fatos. Quando a imagem construída não é mais agradável ao sujeito, ele pode “trocar de roupa”, extinguindo um blog (ou não) e começando a montar outra imagem em outro blog, desta vez nu e agregando a si novas roupagens.Este movimento, fluxo, agiliza as passagens os intercâmbios, as reflexões deste sujeito que aparece em uma esfera do ciberespaço, relacionado a muitos outros, para se fazer um sujeito em construção preocupado com sua prática pedagógica, colocando esta, por sua vez, também em uma constante reconstrução.”

"Blogues: Expressão e Liberdade, Hoje"

"Blogues: Expressão e Liberdade, Hoje"
Como eu dizia no artigo anterior, uma das impressões que me ficou deste encontro foi a da força que os blogues têm, ou começam a ter, nas pessoas que navegam na internet.
Apesar de se assumir, no seu modo mais simples, inconsciente até, com um cariz confessional, diarístico, ele torna-se, através da possibilidade de partilha, num instrumento que estabele de imediato a possibilidade de trocar impressões, de interagir com o autor.
Paralelamente, há um certo fascínio nessa interacção, já que o autor, mesmo dando-se a conhecer, não deixa de ter algum anonimato. Aliás, a informação que obtemos sobre ele pode ser completamente ficcionada.
Estava presente o director de um jornal local que confessou passar cerca de quatro horas por dia no seu PC, e que consultava blogues como possível fonte de informação e como motivação para a escrita.
De que força falas? Perguntavam.
Falo da força da comunicação em rede, em teia.
E por muito que queiramos guardar só para nós e para o nosso círculo de amigos a partilha do que publicamos, a partir do momento em que clicamos no "Publicar", estamos a tornar-nos candidatos a qualquer prémio Nobel da Blogosfera. É que, tal como acontece com a publicação de um livro, o que escrevemos deixa de ser nosso e passa a ser de quem quer que nos leia.

Pergunta pouco clara?

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