Por amável sugestão da IC, aqui retomo a parte final de um texto que amo (há muito tempo) e que coloquei no terrear:
"(...)
A terceira prática é a maternagem. Quando a criança aprende a andar, a mãe não discorre nem demonstra; ela não ensina a marcha, não a representa (não se põe a andar diante da criança): apoia, encoraja, chama (recua e chama): incita e protege: a criança pede a mãe e a mãe deseja a marcha da criança."
Roland Barthes
Mostrar mensagens com a etiqueta aprender. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aprender. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, setembro 15
sexta-feira, setembro 28
O que é que é preciso MUDAR para APRENDER?
Caros companheiros,
Aceito, enfim, o desafio de lançar um novo tema. Que tema/problema nos pode unir e ser uma pedra angular da nossa profissão? E encontrei um resposta/pergunta possível: o que é se pode e deve mudar para que os nossos alunos aprendam mais? Para que os nossos alunos aprendam o que é realmente importante para a vida nos seus distintos planos (da fruição estética, do lazer, da produção, da convivência cívica)? Isto é: o que cada um dos actores educativos pode (e deve) fazer para melhorar os resultados (académicos, relacionais, sociais, de percurso pós-escolar) dos alunos? O que é que o poder político (leia-se o ME), os Serviços Centrais do ME, as "Direcções" Regionais, a Direcção das escolas e agrupamentos, os coordenadores de Departamento, os professores, os pais... podem e devem fazer para que os nossos alunos aprendam mais e sobretudo melhor? O post anterior (que felicito e integro) é bem claro: não bastam as mudanças tecnológicas, é preciso tocar no coração das metodologias. E acrescentaria: tocar no coração das pessoas, na valorização dos saberes, no reconhecimento dos dispositivos que geram aprendizagens...
É pois este o tema (talvez vasto e complexo) que proponho: o que podemos fazer para que os alunos queiram aprender? E não só nós (educadores/professores), mas todos os que são responsáveis pelas gerações mais jovens? Eis, pois, o desafio: que cada companheiro(a) puxe pelo fio que entenda mais pertinente.... . Até já.
Aceito, enfim, o desafio de lançar um novo tema. Que tema/problema nos pode unir e ser uma pedra angular da nossa profissão? E encontrei um resposta/pergunta possível: o que é se pode e deve mudar para que os nossos alunos aprendam mais? Para que os nossos alunos aprendam o que é realmente importante para a vida nos seus distintos planos (da fruição estética, do lazer, da produção, da convivência cívica)? Isto é: o que cada um dos actores educativos pode (e deve) fazer para melhorar os resultados (académicos, relacionais, sociais, de percurso pós-escolar) dos alunos? O que é que o poder político (leia-se o ME), os Serviços Centrais do ME, as "Direcções" Regionais, a Direcção das escolas e agrupamentos, os coordenadores de Departamento, os professores, os pais... podem e devem fazer para que os nossos alunos aprendam mais e sobretudo melhor? O post anterior (que felicito e integro) é bem claro: não bastam as mudanças tecnológicas, é preciso tocar no coração das metodologias. E acrescentaria: tocar no coração das pessoas, na valorização dos saberes, no reconhecimento dos dispositivos que geram aprendizagens...
É pois este o tema (talvez vasto e complexo) que proponho: o que podemos fazer para que os alunos queiram aprender? E não só nós (educadores/professores), mas todos os que são responsáveis pelas gerações mais jovens? Eis, pois, o desafio: que cada companheiro(a) puxe pelo fio que entenda mais pertinente.... . Até já.
Subscrever:
Mensagens (Atom)