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segunda-feira, março 10

1 - Olha... então qual é o conflito? / 2 - Recordem-se disto sff

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1 - "O que me convence não é a força dos números. É a força da razão".
[Sócrates (o vivo) dixit]


Acho que este também é o discurso dos professores quando lhes querem vender algumas estatísticas e fazer a sua progressão depender dos resultados dos alunos.
Então... para quê tanta celeuma? Bem vistas as coisas, estamos todos de acordo... os números valem o que valem... o que importa é a razão!


2 - "Era só o que mais faltava se as decisões do governo fossem tomadas na rua!"
[Sócrates (o vivo), Vitorino (o pequenino não canta, que se saiba), Maria LR (a...vocês sabem quem) et all]


Quem os viu há cerca de 3 anos atrás e quem os vê agora...
Será que manterão esta coerência de discurso nos actos pré-eleitorais? Ou... virão eles para a rua - todos juntos, piores que hooligans, uns perfeitos arruaceiros e a quererem comer-nos as criancinhas todas ao pikênalmoço?

terça-feira, março 4

:)

Há dias em que estou mais lerdo, mais cansado, menos assertivo, mais distante, menos sagaz. Já passaram algumas horas e continuo sem perceber os motivos do burburinho gerado na blogosfera docente depois de conhecida a integração do José Matias Alves na CCAP...
Bom trabalho JMatias.

terça-feira, fevereiro 26

?

“Quanto a este nosso espaço - Bjork sussurra : it's all so quiet, shhhhshhhhh shhhhhh” (TsiWari)
A nossa atenção está, de facto, mais... mais "umbiguista"(?) do que seria desejável. E por falar em umbigos, tenho pensado muito sobre a situação actual, sobre o "pós-lurdismo" e a possibilidade de manutenção das políticas educativas. Tenho andado entretido lá no meu casulo, lançando os meus olhares sobre uma pequena face da realidade que me rodeia. Regresso a este espaço de partilha para vos dar conta da minha apreensão sobre o nosso futuro colectivo e o modo como devemos preparar esse devir.
Estou convencido de que esta ministra não terminará a legislatura, desde que os professores persistam na luta. Beemmm, admitamos que a ministra chegará ao fim da legislatura: quero crer que será inevitável a renovação na pasta da educação. Sócrates, com ou sem maioria, não se atreverá a romper o actual ECD: manter-se-á a divisão da carreira; o sistema de avaliação, talvez um pouco mais refinado; a mesma sobrecarga de trabalho...

A confirmar-se o cenário “mais do mesmo”, como transformar a actual e intensa onda de colaboração artificial numa cultura de colaboração mais genuína, em cada escola situada?

sábado, janeiro 26

Huumm... Conselho de Escolas?

Clique em cima da imagem para a aumentar...
[Até que enfim! O documento é o parecer do Conselho de Escolas sobre a aplicação do Regime de Avaliação do Pessoal docente]


Eu ando com algumas dificuldades em perceber a força legal das coisas.

- Como se justifica que um docente possa concorrer a qualquer escola do país, para acumular funções, excepto àquela onde se encontra colocado?

- Como pode um Decreto_lei [200/2007, de 22 de Maio] criado apenas com a finalidade de regulamentar um concurso (acesso a professor titular) ser invocado para outros fins (avaliação de desempenho) [Decreto Regulamentar da Avaliação de Desempenho 2/2008, de 10 de Janeiro] ? As conversas de corredores, de reuniões sem actas ou as coisas escritas no sítio da DGRHE sobrepõem-se ao disposto em Decreto-lei?

- Como é possível haver ofícios de pedido de esclarecimento que ficam sem resposta, apesar de se confirmar que as entidades os receberam?

Inquietações. São...