segunda-feira, janeiro 24

Depressões.

O dia está para depressões?
É que ainda não senti os efeitos da dita cuja. O quê? O Dr. Santana Lopes ainda não falou?
Humm…

quarta-feira, janeiro 19

Inovar.

As pequenas coisas, como os pequenos gestos, podem produzir resultados admiráveis. A criação de um simples e-mail pode abrir novos horizontes, novas formas de agir sobre os materiais produzidos nas aulas e fora delas. Os colegas com mais experiência nas TIC há muito tempo que retratam, aqui na blogoEsfera, essa dinâmica inovadora.
Não sendo um remédio para todos os males, vale a pena explorar este instrumento comunicacional.
Ocorrerão outras rotinas?

segunda-feira, janeiro 17

Será prudente...

...juntar o resultado da 2ª volta?

domingo, janeiro 16

Sossego.

A manhã de Domingo começou e acabou por aqui.

Reconhecem o lugar?

terça-feira, janeiro 11

A factura que falta pagar.

"Do ponto de vista da política educativa, houve uma medida com implicações extremamente negativas na formação de professores de Ciências: a extinção do Instituto Nacional de Acreditação dos Professores (INAFOP), pelo ex-ministro David Justino. Hoje, provavelmente, a maior fatia de formação de professores do Ensino Básico já está no sector privado, sem qualquer tipo de controlo sobre os recursos humanos ou as condições de que dispõem as escolas. Daquilo que eu tenho conhecimento directo, a formação de docentes em muitas dessas instituições é deplorável, embora saiam com altíssimas classificações. E isso significa que pessoas impreparadas para a docência são colocadas no topo da lista de colocações de professores."

[Joaquim Sá da UM em entrevista ao EDUCARE.PT]

A factura dos cortes cegos à despesa pública não tardará .

domingo, janeiro 9

quinta-feira, janeiro 6

Técnicas de relaxamento?

Serão já as sequelas de um início de ano atribulado?
Bom, se em seis dias a adrenalina já brota pelos poros, o que direi daqui a duas semanas?
… hmm, onde está o número de telefone do meu parceiro do ténis?

domingo, janeiro 2

Começar de novo.

Será um mês estonteante. Compromissos assumidos, projectos para concretizar, rotinas profissionais garantidas, e uma vida familiar intangível.
Creio que o optimismo dispensará o dom da ubiquidade.

quinta-feira, dezembro 30

segunda-feira, dezembro 27

O alçapão.

Uma vez mais o tempo e a eterna luta pela sua posse. Consegui, e não importa lementar o que ficou por fazer, disponibilizar algum tempo diário para fazer um trabalho que não me dá nenhum gozo [é uma perspectiva técnica, obviamente]. Transformar os VHS para os actuais dvd’s. A azáfama começou quando o velhinho leitor começou a manjar as ditas fitas. Claro que tive critério em toda esta trabalheira: em primeiro lugar houve que recuperar os registos infindáveis dos primeiros anos de vida da minha filha. Agora que revivo os momentos, que recupero algumas das emoções quase esquecidas, nem quero acreditar nas marcas do tempo.
Não, não me atrevo a recomendar este exercício a ninguém. Até porque o alçapão do tempo é singular.

domingo, dezembro 26

No dia seguinte...

.... o ritual natalício materializado no Pai [comercial] Natal deixa sempre um espaço para outro Natal. Não receemos. Os vocábulos, harmonia, solidariedade e amizade, não se romperão com o uso no quotidiano.

quinta-feira, dezembro 23

Boas festas.

Agora que a época natalícia me desvia da blogosfera e compromete a produção da escrita, há que aproveitar o canal aberto para desejar a todos os que por aqui passam UM BOM NATAL.

domingo, dezembro 19

[Re]descoberta...

O quadro ali colocado era belo: Intensamente quente, disforme, convidando o olhar para uma linha do horizonte aparentemente silenciosa.
Que daltonismo é este que permite aceder à emoção da cor, despreocupada e indefinidamente?
Seria um jogo interessante procurar descobrir os domínios cujo olhar é incapaz de transpor.

sábado, dezembro 18

O exame é uma competição?

Os debates realizados em torno dos exames nacionais utilizam variadíssimas linhas de argumentação. Nunca vi este tema ser discutido a partir deste ponto de vista: O exame é, efectivamente, uma competição.
A questão que eu coloco é a seguinte: Será legítimo analisar o exame como processo social a partir do[s] quadro[s] de referência utilizado[s] na competição desportiva?
Se aceitarmos como válida esta proposição, o processo de exame [tal como o processo de competição desportiva] subordinar-se-ia aos objectivos formativos dos jovens. Desse modo, os exames dos jovens teriam de ser substancialmente diferentes dos exames dos adultos. Ou não?