Pôncio Monteiro afirma que, com esta eventual candidatura, Pinto da Costa está a tentar demonstrar em público, que não concorda com a actuação do actual presidente da Câmara do Porto, Rui Rio.
É um argumento forte, sem dúvida.
PS: Será que esta gente não se enxerga?
sexta-feira, dezembro 17
terça-feira, dezembro 14
Amnésia colectiva …
… será uma das condições para que se venha a cumprir o acordo pré-eleitoral assinado hoje entre os dois partidos que nos (des)governaram.
domingo, dezembro 12
sexta-feira, dezembro 10
Aldrabões?
O recente episódio entre o ministro da defesa e um colega do governo a respeito de uma tal Bombardier, veio relançar duas questões que os políticos que nos governam têm de esclarecer pela sua acção:
Qual a diferença entre uma mentira e uma não verdade?
Um indivíduo que diz falsidades é um indivíduo aldrabão?
Claro que podemos passar para os domínios das intenções, dos sentidos, etc., etc.
Qual a diferença entre uma mentira e uma não verdade?
Um indivíduo que diz falsidades é um indivíduo aldrabão?
Claro que podemos passar para os domínios das intenções, dos sentidos, etc., etc.
quarta-feira, dezembro 8
É um tempo…
Reforçando a ideia da entrada anterior:
É um tempo de magia e fujo dos ilusionistas [já não há paciência para aleivosias de ministros e altos/médios/pequenos dirigentes], é um tempo de fé e o Pai Natal não se afasta dos centros comerciais [o grande paradoxo é que somos nós que o alimentamos], é um tempo de verdade e a Justiça perde credibilidade.
É um tempo de magia e fujo dos ilusionistas [já não há paciência para aleivosias de ministros e altos/médios/pequenos dirigentes], é um tempo de fé e o Pai Natal não se afasta dos centros comerciais [o grande paradoxo é que somos nós que o alimentamos], é um tempo de verdade e a Justiça perde credibilidade.
terça-feira, dezembro 7
Época circense.
Nem o circo montado em torno do “apito dourado” provoca a discussão acerca do desporto, do desporto que mais nos interessa [penso no interesse colectivo, no bem comum, obviamente]. Pensava eu [afinal erradamente] que os momentos de crise suscitavam reflexões alargadas em torno dos factores que motivam essas mesmas crises.
A quem é que interessa essa coisa da reflexão?
Para quê rebater sobre algo que se julga imutável?
A quem é que interessa essa coisa da reflexão?
Para quê rebater sobre algo que se julga imutável?
domingo, dezembro 5
quinta-feira, dezembro 2
Uma questão de visibilidade?
O que dizer deste texto de JPPereira?
O que eu disse:
Caro JPPereira, sou obrigado a concordar consigo quando diz que os órgãos de comunicação social, durante as crises, incidem os seus holofotes nas discussões sobre a parte da economia que depende do Estado. Há, efectivamente, uma espécie de orgia de “economês” entre os jornalistas e os políticos partidários. Não se trata, obviamente, de questionar a importância da economia na vida dos cidadãos, principalmente numa época cuja miséria veio para ficar e não se sabe por quanto tempo. É verdade, “parte da política onde o comando nacional é quase total e que é mais importante para nos arrancar da mediocridade – como por exemplo a educação e a formação profissional – nunca é discutida”. Atrevo-me a procurar uma razão para esta omissão: o desacerto entre o tempo dos tempos que correm e o tempo que a educação não prescinde para cumprir o seu papel. Como sabe, os órgãos de comunicação social actuam no imediato, procuram desenfreadamente andar à frente do tempo, promovem uma cultura imediatista pronta a consumir. Creio que a surdez que o JPP diz existir nas agendas mediáticas encontra uma correspondência na vida das instituições escolares. Paradoxalmente, as políticas educativas anseiam por professores acríticos. Só existe o que se vê e ouve, dirão os incautos que crêem nas virtudes da bazófia. Não faltam exemplos de que a vida e o que vale a pena na vida é muito mais do que mostra a aparência. A última convulsão política atesta o que estou a dizer. Mas, regressando ao seu texto, deixe-me fazer-lhe um reparo. No espaço que muitos designam de blogosfera e que JPP conhece bem, professores e estudantes [será que alguma vez deixamos de o ser?] discutem a educação. Fazem-no com paixão [e não há que ter vergonha de utilizar o termo], com emoção e com sentimento [como diria Damásio].
Será que está na disposição de contribuir para aumentar a visibilidade destas franjas de gente do pensamento na comunicação social que lhe abre as portas diariamente?
O que eu disse:
Caro JPPereira, sou obrigado a concordar consigo quando diz que os órgãos de comunicação social, durante as crises, incidem os seus holofotes nas discussões sobre a parte da economia que depende do Estado. Há, efectivamente, uma espécie de orgia de “economês” entre os jornalistas e os políticos partidários. Não se trata, obviamente, de questionar a importância da economia na vida dos cidadãos, principalmente numa época cuja miséria veio para ficar e não se sabe por quanto tempo. É verdade, “parte da política onde o comando nacional é quase total e que é mais importante para nos arrancar da mediocridade – como por exemplo a educação e a formação profissional – nunca é discutida”. Atrevo-me a procurar uma razão para esta omissão: o desacerto entre o tempo dos tempos que correm e o tempo que a educação não prescinde para cumprir o seu papel. Como sabe, os órgãos de comunicação social actuam no imediato, procuram desenfreadamente andar à frente do tempo, promovem uma cultura imediatista pronta a consumir. Creio que a surdez que o JPP diz existir nas agendas mediáticas encontra uma correspondência na vida das instituições escolares. Paradoxalmente, as políticas educativas anseiam por professores acríticos. Só existe o que se vê e ouve, dirão os incautos que crêem nas virtudes da bazófia. Não faltam exemplos de que a vida e o que vale a pena na vida é muito mais do que mostra a aparência. A última convulsão política atesta o que estou a dizer. Mas, regressando ao seu texto, deixe-me fazer-lhe um reparo. No espaço que muitos designam de blogosfera e que JPP conhece bem, professores e estudantes [será que alguma vez deixamos de o ser?] discutem a educação. Fazem-no com paixão [e não há que ter vergonha de utilizar o termo], com emoção e com sentimento [como diria Damásio].
Será que está na disposição de contribuir para aumentar a visibilidade destas franjas de gente do pensamento na comunicação social que lhe abre as portas diariamente?
quarta-feira, dezembro 1
sábado, novembro 27
Uma porta entreaberta.
A blogosfera vai crescendo, vai ganhando novos adeptos por via da diversidade de motivos e de paixões. A conversa incidia nos problemas relacionais intra-agrupamento de escolas e a [in]acção das autarquias. Não sei precisar o momento em foi introduzida a questão da abordagem às novas tecnologias no 1º ciclo do EB mas foi interessante verificar a curiosidade dos colegas que desconheciam o fenómeno Blog. O desafio Netescrita e a experiência Ouguela foram os pretextos utilizados para reconduzir os mais cépticos à Net. Fiquei convencido que a blogosfera ganhou dois novos membros.
Será que se aguentam sem recaída?
Será que se aguentam sem recaída?
sexta-feira, novembro 26
quarta-feira, novembro 24
segunda-feira, novembro 22
domingo, novembro 21
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