segunda-feira, setembro 1

Acabaram as férias...

Não se esqueçam de vir assinar o livro de ponto! ;o)

Entretanto, deixo uma canção...
[Não me ocorre outra, mas a voz do Zeca nunca é demais... Talvez o Tsiwari queira ajudar com outra canção de "arranque"...? ;) ]


sexta-feira, julho 25

Recuperar a esperança perdida


Começar por Londres acho que foi uma boa ideia.
As flores não são de plástico e o ambiente é outra coisa.
Aqui deves ouvir falar todas as línguas do mundo, o que te faz sentir em casa!

Depois aquele deitar na relva como não há em Portugal!
Será que posso?!
Podes sempre!

Um beijão grande para todos vós!
From London.

sábado, julho 19

Ser Professor...



É vê-los crescer...
no talento
na imaginação
na curiosidade
no saber.
E crescer com eles.
É vê-los sentir...
a dor
a frustração
o desânimo
o medo.
E sentir com eles.
É vê-los viver...
a amizade
a tranquilidade
a alegria
o riso.
E viver com eles.
É,
todos os dias,
acreditar no sonho.
No sonho deles.
No nosso sonho.

terça-feira, julho 15

Esperança inteira...

Espera com paciência que o dia um dia vai chegar

Sempre chega o dia de inundar de luz o escuro

Porque não há passado nem presente sem futuro

Espera, mas não apenas... faz o dia acontecer um dia que há-de vir

Revolta-te, grita, empurra, não cales, não te deixes adormecer

A luz só vem se formos muitos a puxar e a querer

Não há caminho feito, só estrada para construir

Ç com cedilha entrelaçando esperança no verbo alcançar

As coisas verdes para acontecerem têm de se semear...

O que sei...

Que há noite.
Que há madrugada.
Que há manhã.

Que não há noite que sempre dure.

E que sem esperança é impossível ser professor.
Difícil, o tempo. As circunstâncias.
Até a con vivência, nas esquinas feridas.

Mas creio que não há outro caminho
para quem não desistiu de 'inventar dias mais claros'.

Mesmo na diferença e na controvérsia
(desde que o respeito do outro seja salvaguardado).

Por isso, esta semente.
(que também sabe que tem de morrer).

segunda-feira, julho 14

Meias-palavras com esperança

"O pensamento visita as circunstâncias, em vez de a mente viver o inferno delas."

Michel Serres


(imagem retirada daqui)

(Quase) Tempo de Férias

Aproximam-se as férias. Para muitos professores, não será fácil pensá-las confiantemente como tempo de levantar o ânimo, tempo de recuperar a confiança, tempo de recriar a esperança. O prazer de educar e ensinar e a crença na luta por uma escola pública de qualidade foram demasiado abalados.


Mas os tempos estão em constante mudança, é preciso que as vontades não aceitem desistência.


Aqui fica uma sugestão: Que cada confrade (e outros) deixe, neste espaço de aragem leve e fresca, o seu grãozinho de esperança, com sabor a férias, mas também com cheirinho a reconstrução da colaboração e da resistência que muita força podem ter se os professores quiserem.

quarta-feira, julho 2

Estamos contigo, Idalina

Estamos contigo, Idalina, num abraço muito sentido.

terça-feira, junho 24

Matemática e o Governo

Há muito tempo que não escrevo aqui... talvez porque falar da escola, do ensino, do ser professor me vai, cada vez mais, sendo difícil e doloroso... a não ser que haja momentos de gargalhada como este!
Numa altura em que a Matemática volta à baila e o nosso Governo não assume o facilitismo, este cartoon do Antero está fenomenal.


sábado, junho 14

Coisas Boas?

Desculpem lá, confrades, se me desvio do tema. Mas é fim-de-semana e resolvi aproveitar para partilhar convosco esta imagem que captei no sopé da Arrábida, em Azeitão.

Uma terra a descobrir.

segunda-feira, junho 9

Uma proposta, um desafio

Há tempos correu na blogosfera "docente" a proposta da semana do 'dizer bem', e vários blogues aderiram.
No que respeita às medidas do actual ME, seria muito dificil, ou impossível, a muitos de nós, dizer bem em termos globais. Mas muitos de nós também já tiveram, decerto, a experiência de discutirem com amigos não professores - amigos que até costumam comungar com cada um de nós do respectivo pensamento politico-ideológico, mais globalmente falando -, que têm expectativas positivas quanto aos resultados a curto ou a médio prazo da maioria das medidas de MLR. E, se não conhecem o 'terreno' como nós conhecemos, também não o desconhecem em boa parte. Ora, além de que não somos os detentores da verdade, creio que cada um de nós é capaz de encontrar, entre tantas medidas que vieram em catadupa, alguma(s) necessária(s) e benéfica(s) em si, talvez até se não fosse a (excessiva) regulamentação que as acompanhou.
Talvez nos ajudasse nas reflexões críticas que fazemos se dedicássemos uma semana ao 'dizer bem' (não julgo necessário nos nossos blogues individuais, bastaria neste), contribuindo cada um - elemento desta confraria e quem mais queira - com a sua menção de ao menos uma medida positiva de MLR.

Alinham nesta proposta-desafio?

Ó Miguel, desculpa não ter começado por te pedir autorização como administrador-mor, mas, se a ideia é tonta, eu "tapo" já este post com outro a seguir - uma anedota, por exemplo ;o)

sábado, junho 7

Nova advertência aos fumadores

Fonte
(Recebido por mail)

Valha-nos o humor dos portugueses ;o)



segunda-feira, maio 26

What teachers make

What Teachers Make, or
Objection Overruled, or
If things don't work out, you can always go to law school

By Taylor Mali
www.taylormali.com

He says the problem with teachers is, "What's a kid going to learn
from someone who decided his best option in life was to become a teacher?"
He reminds the other dinner guests that it's true what they say about
teachers:
Those who can, do; those who can't, teach.

I decide to bite my tongue instead of his
and resist the temptation to remind the other dinner guests
that it's also true what they say about lawyers.

Because we're eating, after all, and this is polite company.

"I mean, you're a teacher, Taylor," he says.
"Be honest. What do you make?"

And I wish he hadn't done that
(asked me to be honest)
because, you see, I have a policy
about honesty and ass-kicking:
if you ask for it, I have to let you have it.

You want to know what I make?

I make kids work harder than they ever thought they could.
I can make a C+ feel like a Congressional medal of honor
and an A- feel like a slap in the face.
How dare you waste my time with anything less than your very best.

I make kids sit through 40 minutes of study hall
in absolute silence. No, you may not work in groups.
No, you may not ask a question.
Why won't I let you get a drink of water?
Because you're not thirsty, you're bored, that's why.

I make parents tremble in fear when I call home:
I hope I haven't called at a bad time,
I just wanted to talk to you about something Billy said today.
Billy said, "Leave the kid alone. I still cry sometimes, don't you?"
And it was the noblest act of courage I have ever seen.

I make parents see their children for who they are
and what they can be.

You want to know what I make?

I make kids wonder,
I make them question.
I make them criticize.
I make them apologize and mean it.
I make them write, write, write.
And then I make them read.
I make them spell definitely beautiful, definitely beautiful, definitely
beautiful
over and over and over again until they will never misspell
either one of those words again.
I make them show all their work in math.
And hide it on their final drafts in English.
I make them understand that if you got this (brains)
then you follow this (heart) and if someone ever tries to judge you
by what you make, you give them this (the finger).

Let me break it down for you, so you know what I say is true:
I make a goddamn difference! What about you?

domingo, maio 18

Pontos de vista...

Só uma estória, para arejar... ;o)

Uma vez uma companhia enviou um vendedor de sapatos a uma cidade na África aonde ele nunca tinha vendido. Ele era um dos vendedores mais antigos e experientes, e esperavam grandes resultados.
Logo após sua chegada a África, o vendedor escreveu para a companhia dizendo:- É melhor vocês chamarem-me de volta. Aqui ninguém usa sapatos.
Foi chamado de volta. A companhia decidiu então enviar um outro vendedor que não possuía muita experiência, mas era dotado de grande entusiasmo. A companhia achava que ele seria capaz de vender alguns pares de sapatos.
Pouco depois da sua chegada, ele enviou um telegrama urgente para a firma dizendo:- Por favor, enviem todos os sapatos disponíveis. Aqui ninguém usa sapatos!
Autor desconhecido