Aproveitem bem para recompor a cabeça renovando energias e ânimo ;o)
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“Quanto a este nosso espaço - Bjork sussurra : it's all so quiet, shhhhshhhhh shhhhhh” (TsiWari)A nossa atenção está, de facto, mais... mais "umbiguista"(?) do que seria desejável. E por falar em umbigos, tenho pensado muito sobre a situação actual, sobre o "pós-lurdismo" e a possibilidade de manutenção das políticas educativas. Tenho andado entretido lá no meu casulo, lançando os meus olhares sobre uma pequena face da realidade que me rodeia. Regresso a este espaço de partilha para vos dar conta da minha apreensão sobre o nosso futuro colectivo e o modo como devemos preparar esse devir.
A ministra da educação disse, no fórum da TSF, que a avaliação do desempenho docente tem como principal objectivo premiar o mérito. Para a ministra, a essência da avaliação é o reforço da função selectiva. Há que comparar os desempenhos dos docentes em relação a uma norma que foi definida externamente. Há que saber que lugar ocupa o professor no grupo de docentes. Foi esta a lógica que prevaleceu no primeiro concurso de professores titulares e será agora generalizada com o modelo de avaliação de desempenho em curso. Como é que foi apurado o mérito dos titulares? Reduzindo o conceito de mérito a um conjunto de experiências ligadas à vida nas escolas. Não existiu aí nenhum indicador de excelência o que prova a iniquidade do processo. Adiante...Parabéns, Miguel! Muitas felicidades!
Um brinde ao nosso confrade-mor :o). E estou certa de que ele gostará que brindemos também à causa que nos juntou nesta Aragem, causa que é a mesma pela qual um dia escolhemos a profissão de Professor - a Educação e o Futuro de todas as crianças do nosso país. E estendamos o brinde aos muitos e muitos que continuam a pugnar por essa grande causa.
(Desculpem... Não pretendi fazer nenhum discurso, foi só um pensamento espontâneo e muito sincero)

