...junta-te a eles!
Só vendo mesmo para acreditar... temos o que merecemos?
http://www.youtube.com/watch?v=AnAMxj59BL0
P.S. Boa Páscoa para todos.
quinta-feira, abril 5
quarta-feira, abril 4
Boa Páscoa!
Não me comam... pleeeease...
Assim poderei estar aqui para o ano que vem!
E... Boa Páscoa para todos!
;o))
Fascinado com as tarefas domésticas,ele resolve lavar a sua própria camisola.
Um bom bocado depois de ter chegado ao pé da máquina de lavar, grita de lá:
- Que programa de lavagem é que se deve usar na máquina?
- Isso depende - responde ela - ...o que é que diz na camisola?
Ele grita outra vez, muito feliz, a resposta:
- Mantorras!!!
E ainda falam das loiras!...
:) (obrigado pelo e-mail, Maria Lisboa...)
Um bom bocado depois de ter chegado ao pé da máquina de lavar, grita de lá:
- Que programa de lavagem é que se deve usar na máquina?
- Isso depende - responde ela - ...o que é que diz na camisola?
Ele grita outra vez, muito feliz, a resposta:
- Mantorras!!!
E ainda falam das loiras!...
:) (obrigado pelo e-mail, Maria Lisboa...)
quinta-feira, março 29
Quem nunca se terá perguntado: "Que diabo fará mover a porcaria da seta do rato!?"
Pois bem... graças a uma super-lupa, o mistério foi desvendado.
Pois bem... graças a uma super-lupa, o mistério foi desvendado.
Descubra AQUI!...segunda-feira, março 26
sexta-feira, março 23
sábado, março 17
...
Milu a cozinheira, estava apaixonada por Sócrates, o filósofo, mas este nem percebia (pudera!...).
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado e colante, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs-lhe: - Sr. filósofo, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado e colante, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs-lhe: - Sr. filósofo, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
quarta-feira, março 14
terça-feira, março 13
....
Faltas e resultados delas
Professora, eu não consigo perceber por que motivo tenho menos um valor do
que o Rui. Afinal, tivemos exactamente os mesmos resultados nos testes, nos
trabalhos e na participação...
- Mas não na assiduidade, Jorge. O Rui nunca faltou e o Jorge tem cinco
faltas.
- Justificadas, professora, todas justificadas. Faltei dois dias pela
morte do meu avô e os outros três porque torci um pé na aula de Educação Física. O
médico obrigou-me a descansar três dias, até me passou um atestado...
- Não me interessa. Se tivesse ouvido o meu superior hierárquico, o
Secretário de Estado, como eu ouvi, saberia muito bem que o importante é
ter faltado, não interessam as razões, não interessa quem morreu, nem se
torceu o pé ou partiu a perna ou entortou o pescoço. As palavras do meu superior
hierárquico, o Secretário de Estado, que eu ouvi com toda a atenção, como
sempre faço em relação aos meus superiores hierárquicos - e o menino devia
fazer o mesmo -, foram absolutamente claras: para todos os efeitos, quem
faltou foi menos zeloso do que quem não faltou. Por isso, não quero saber da
morte do seu avô nem do pé torcido nem da unha encravada. Vai ter menos um valor do
que o Rui e ponto final.
Professora, eu não consigo perceber por que motivo tenho menos um valor do
que o Rui. Afinal, tivemos exactamente os mesmos resultados nos testes, nos
trabalhos e na participação...
- Mas não na assiduidade, Jorge. O Rui nunca faltou e o Jorge tem cinco
faltas.
- Justificadas, professora, todas justificadas. Faltei dois dias pela
morte do meu avô e os outros três porque torci um pé na aula de Educação Física. O
médico obrigou-me a descansar três dias, até me passou um atestado...
- Não me interessa. Se tivesse ouvido o meu superior hierárquico, o
Secretário de Estado, como eu ouvi, saberia muito bem que o importante é
ter faltado, não interessam as razões, não interessa quem morreu, nem se
torceu o pé ou partiu a perna ou entortou o pescoço. As palavras do meu superior
hierárquico, o Secretário de Estado, que eu ouvi com toda a atenção, como
sempre faço em relação aos meus superiores hierárquicos - e o menino devia
fazer o mesmo -, foram absolutamente claras: para todos os efeitos, quem
faltou foi menos zeloso do que quem não faltou. Por isso, não quero saber da
morte do seu avô nem do pé torcido nem da unha encravada. Vai ter menos um valor do
que o Rui e ponto final.
segunda-feira, março 12
Falemos de coisas sérias
Tive hoje uma consulta com uma médica homeopata. Entre outras questões discutimos a importância de saborear o aqui e agora, procurando não sofrer por antecipação. Fiz-lhe ver que sim, senhora, que eu já consigo fazer esse trabalho, mas que há dias em que o esforço é redobrado, gastando muito mais das minhas energias do que deveria. Saí da consulta com o ânimo elevado, reforçado.
Daí que, ao ler o Correio da Educação, nº 289, tive oportunidade de pôr em prática os sábios conselhos da minha médica, enquanto me inteirava que o ministério da educação (com letra pequena) já colocou no seu site as regras para acesso a professor titular, apesar das negociações com os sindicatos ainda não terem terminado e apesar do futuro Decreto-Lei ainda ser só isso: futuro.
Deliciei-me com o artigo de Antero Afonso, do mesmo Correio, que partilho convosco:
Pensamentos incompletos
Ainda fico sem a minha filha
Antero Afonso
Estive a ler o projecto que regulamenta o 1.º Concurso para professores titulares, quer na versão de 21/2, quer na de 5/3 e reforcei a minha convicção de que há défice de sensatez, de inteligência e de sentido de pudor, nos gabinetes da Educação.
Ou, então, há um profundo sentido de humor, que os rostos dos titulares não nos permitem perceber.
O meu passado, à luz do referido projecto, desaparece por deliberação dos dirigentes do Ministério da Educação. Antes de 1999, eu não existo. Como professor, entenda-se.
Fico na dúvida se o absurdo consiste em alguém me retirar o passado ou em eu o querer reclamar.
É uma espécie de grito que cresce dentro de mim.
Receio que o Ministério que tutela as famílias se lembre de estipular que a paternidade só vale a partir do mesmo ano.
Fico sem a minha filha!
Tenham um bom dia e... não sofram por antecipação! O Olimpo é só para os deuses.
Teresa Lobato Lopes
Azeitão
Daí que, ao ler o Correio da Educação, nº 289, tive oportunidade de pôr em prática os sábios conselhos da minha médica, enquanto me inteirava que o ministério da educação (com letra pequena) já colocou no seu site as regras para acesso a professor titular, apesar das negociações com os sindicatos ainda não terem terminado e apesar do futuro Decreto-Lei ainda ser só isso: futuro.
Deliciei-me com o artigo de Antero Afonso, do mesmo Correio, que partilho convosco:
Pensamentos incompletos
Ainda fico sem a minha filha
Antero Afonso
Estive a ler o projecto que regulamenta o 1.º Concurso para professores titulares, quer na versão de 21/2, quer na de 5/3 e reforcei a minha convicção de que há défice de sensatez, de inteligência e de sentido de pudor, nos gabinetes da Educação.
Ou, então, há um profundo sentido de humor, que os rostos dos titulares não nos permitem perceber.
O meu passado, à luz do referido projecto, desaparece por deliberação dos dirigentes do Ministério da Educação. Antes de 1999, eu não existo. Como professor, entenda-se.
Fico na dúvida se o absurdo consiste em alguém me retirar o passado ou em eu o querer reclamar.
É uma espécie de grito que cresce dentro de mim.
Receio que o Ministério que tutela as famílias se lembre de estipular que a paternidade só vale a partir do mesmo ano.
Fico sem a minha filha!
Tenham um bom dia e... não sofram por antecipação! O Olimpo é só para os deuses.
Teresa Lobato Lopes
Azeitão
quinta-feira, março 8
Dia Internacional da Mulher
Porque hoje é o nosso dia...
[A mesa posta para o jantar. Marido e mulher. Ela põe o jantar na mesa e os dois sentam-se. Ele, o marido, claro, dirige-se delicadamente à mulher.]
- Sirvo-te?...
- Às vezes...
[O pano cai em cima da sopa.]
[A mesa posta para o jantar. Marido e mulher. Ela põe o jantar na mesa e os dois sentam-se. Ele, o marido, claro, dirige-se delicadamente à mulher.]
- Sirvo-te?...
- Às vezes...
[O pano cai em cima da sopa.]
Neste Dia Internacional da Mulher...
quarta-feira, março 7
domingo, março 4
2º idioma...
O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato, que, do lado de fora,
miava:
- MIAU, MIAU, MIAU.
O tempo passava e ele ouvia:
- MIAU, MIAU, MIAU.
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então deduziu: Se há cão lá fora, o gato foi embora. Saiu disparado em busca de comida. Nem saiu bem da toca o gato NHAC!
Inconformado, já na boca do gato perguntou:
- Porra gato! Que merda é esta?
E o gato respondeu:
- Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre à fome!
miava:
- MIAU, MIAU, MIAU.
O tempo passava e ele ouvia:
- MIAU, MIAU, MIAU.
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então deduziu: Se há cão lá fora, o gato foi embora. Saiu disparado em busca de comida. Nem saiu bem da toca o gato NHAC!
Inconformado, já na boca do gato perguntou:
- Porra gato! Que merda é esta?
E o gato respondeu:
- Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre à fome!
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